Prefeitura de Esperantinópolis interdita e retira ponte deixando moradores com difícil acesso ao centro da cidade

A Prefeitura de Esperantinópolis dia 26 de julho retirou a ponte  que liga a rua 3 de agosto à rua 7 de setembro, dando acesso também ao bairro Mão Cheinha, mais conhecida como a “ponte do matadouro”. O objetivo é evitar que carros,motos a até mesmo as pessoas  transitem pela estrutura que está comprometida há muitos anos.O convenio celebrado entre  o Município de Esperantinópolis e o  Governo do Estado através da SINFRA,  para construção de 3 pontes Já foram repassado para o município 50 Mil reais do valor de 146.272,60 , a empresa ganhadora da licitação foi a Mearim Construções e Serviços Eirel.Acontece que agora sem o acesso da ponte ,os moradores precisam fazer  novos desvios para ter acesso ao centro da cidade,uns até correndo perigos pois presenciamos moradores idosos trafegando em um desvio improvisado por um pedaço de madeira. O fato é que muitos se sentem prejudicados pois o acesso que a prefeitura disponibilizou é longe e também sem nenhuma estrutura ‘’Se eles quisessem dava para fazer essa ponte em menos de um mês    Acho que é falta de vontade do poder público” ‘’ nos falou um morador  que prefere não se identificar mais que reside próximo a ponte. Não   tivemos informações da data prevista para o inicio da construção da ponte. No local há uma placa indicando a interdição. A nova rota de difícil acesso  passa na antiga ponte Olímpio Leite  e no bairro laranjal nas proximidades do Case.Infelizmente não conseguimos informações de quando será iniciada a construção da nova  ponte de concreto.Segundo a prefeitura  logo após a finalização da primeira ponte do matadouro, também serão construídas mais duas interligações de concreto, uma será entre o bairro Laranjal e bairro Pé da Serra do Angelim e a outra será da rua Claudio Carneiro dando acesso ao bairro Mão Cheinha (ponte Olímpio Leite) mais acontece que até agora as obras estão paradas.Neste período em que acontece a festa da padroeira de Esperantinópolis  a população está praticamente  sem acesso a parte social devido a distância dos desvios,ressaltamos ainda  que a falta de acesso aliada a outros transtornos inviabiliza o bom funcionamento do festejo,do parque e das barracas   que é traduzido em prejuízo para o proprietário do parque e para os barraqueiros locais e de outras cidades.

 

 

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